O mercado imobiliário corporativo vive uma transformação silenciosa, mas profunda. Durante a pandemia, home office deixou de ser exceção e virou rotina, o que obrigou empresas a repensarem completamente para que servem escritórios. O resultado: não é redução de espaço (nem sempre), mas redesenho com foco em flexibilidade.
Os novos escritórios não são mais aquele salão com mesas lado a lado. São espaços para colaboração, reuniões rápidas, áreas de descanso e, cada vez mais, possibilidade de trabalho híbrido real. Isso mudou o que as empresas procuram alugar: menos metragem total, mas melhor localizada e mais cara por metro quadrado em áreas de alto padrão.
Por que vale a pena observar? Para quem investe em Fundos Imobiliários (FIIs) com exposição a prédios comerciais, essas mudanças definem quais ativos envelhecem e quais permanecem competitivos. Um prédio corporativo obsoleto é prejuízo até o final da concessão. Fundos especializados em imóvel corporativo moderno (pró-flexibilidade) têm diferentes perfis de risco que em 2020. Vale examinar a composição e a localização dos imóveis que você acompanha.