A Bolsa está de mãos atadas. Com as eleições se aproximando, o ajuste fiscal ainda no escuro e a geopolítica mandando avisos de perigo, o mercado de capitais brasileiro praticamente fechou para novas operações de impacto. IPOs? Só em 2027 no melhor cenário. Fusões e aquisições? Apenas as "oportunísticas" (aquelas que não podiam esperar, tipo uma barganha inesperada).
A grande esperança agora é 2026 para M&As de porte médio, especialmente em infraestrutura. É o tipo de aposta que bancos como Bradesco BBI estão fazendo: "Enquanto o grosso fica parado, vamos catando os menores".
O Brasil não sumiu do mapa, mas está em standby. Investidor estrangeiro está pensando duas, três vezes antes de entrar aqui com grana gorda porque há muita incerteza. Quando passa a eleição e o fiscal melhora (se melhorar), essas operações maiores saem do congelador.