O brasileiro acordou segunda-feira, 2 de novembro, com um feriado estendido que deveria trazer tranquilidade. Spoiler: não é bem assim. Depois de uma semana de correção brutal nos preços de ativos financeiros, o mercado respira, mas não dorme.
Dois nomes no radar não deixam ninguém sossegar. Primeiro, a escolha do ministro da Fazenda no novo governo gera especulação sobre o rumo da política fiscal e da taxa de juros. Segundo, as eleições nos EUA (ainda em definição) mexem com o apetite por risco global, porque uma administração diferente muda tarifas, defesa e até fluxo de investimento para mercados em desenvolvimento como o Brasil.
Em semanas assim, é comum o investidor ficar piscando na tela do celular esperando um tuíte que mude tudo de novo. A adrenalina é real, mas vale lembrar: o feriado é só intervalo — segunda-feira as bolsas abrem e a conversa continua.
O importante agora é observar como as instituições financeiras começam a precificar essas incertezas assim que os pregões voltarem. Quem tem renda fixa, ações ou até posições internacionais vai sentir o impacto dessa definição.